A doca é um dos pontos mais críticos da operação logística.
Quando não está corretamente alinhada, pequenos desvios se transformam em danos recorrentes, riscos operacionais e prejuízos acumulados.
Manter a doca no prumo não é detalhe construtivo — é fator direto de segurança e eficiência.
O que significa uma doca fora do prumo
Uma doca fora do prumo ocorre quando há desalinhamento entre:
- piso da doca
- nível do caminhão
- ponto de encosto do veículo
Esse desalinhamento força manobras compensatórias e gera impactos fora do eixo previsto.
Os principais prejuízos causados pelo desalinhamento da doca
Quando a doca não está no prumo, surgem problemas como:
- Choques recorrentes em batentes e paredes
- Esforço excessivo em empilhadeiras e transpaleteiras
- Danos estruturais progressivos
- Risco elevado de tombamento de carga
- Paradas para correções emergenciais
Grande parte desses danos acontece de forma gradual, tornando-se um custo silencioso da operação.
Impacto direto na segurança da expedição
Além do prejuízo material, o desalinhamento da doca aumenta o risco para operadores e motoristas.
Manobras fora do eixo:
- reduzem a estabilidade dos equipamentos
- aumentam o risco de colisões
- comprometem a previsibilidade da operação
A doca, quando fora do prumo, deixa de ser um ponto de transição seguro e passa a ser um ponto crítico de risco.
Doca no prumo é controle operacional
Quando a doca está corretamente alinhada:
- o caminhão encosta de forma previsível
- os impactos são minimizados
- o fluxo de carga acontece com mais controle
- a estrutura sofre menos desgaste
O resultado é uma expedição mais estável, segura e com menor índice de intervenções corretivas.
Conclusão: alinhamento evita prejuízo antes que ele apareça
Problemas na doca raramente surgem de uma vez.
Eles se acumulam impacto após impacto.
Manter a doca no prumo é uma medida preventiva que reduz danos estruturais, protege equipamentos e diminui riscos na expedição.
Prejuízo evitado é prejuízo que não entra na planilha.

